Nesta quinta-feira, 24, o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Postal (PMDB), apresentou relatório de atividades de 2012, durante coletiva de imprensa, e salientou que este foi “um ano de aprofundamento da transparência e modernização dos canais de comunicação”. Ele também destacou a austeridade financeira na gestão com as marcas de sua administração à frente do Parlamento gaúcho. O presidente registrou ainda a redução de gastos com o custeio da Casa, pois “os índices demonstram o comprometimento da Assembleia com a austeridade fiscal”.
Postal considerou que, ao deixar a presidência em 31 de janeiro, deixará o legado de uma gestão enxuta e eficiente, com a devolução de aproximadamente R$ 24 milhões ao Executivo. O chefe do Legislativo estadual aproveitou a ocasião para defender um mandato de dois anos para a presidência. “Isso tornaria a gestão mais eficiente, sem a troca anual de cargos de chefia, e com tempo hábil para implantação de projetos”. O lançamento do novo portal, a criação da Sala da Transparência e o lançamento da TV AL em canal aberto digital também foram aspectos registrados por Postal.
O presidente comemorou implantações que considera internas, salientando que “esta gestão olhou para dentro da Casa”, referindo-se, por exemplo, à proposta que fixou em seis o número de assessores parlamentares que podem atuar nas bases eleitorais e não precisam cumprir expediente na sede do Parlamento. Neste ponto, lamentou que não exista dispositivo constitucional que permita a criação de um fundo para obras de manutenção e reforma das instalações físicas Assembleia. “O Palácio Farroupilha é de 1967, necessita urgentemente de uma série de melhorias”, argumentou.
Na coletiva, Postal estava cercado pelo superintendente de Comunicação Marcelo Villas-Bôas e pelo superintendente do Legislativo, Fabiano Jeremias. Disse que, a partir de 1º de fevereiro, trabalhará, como 1º vice-presidente do PMDB gaúcho, pela ampliação da reestruturação partidária no Estado. Ele disse ainda que atuará na preparação da sigla para a próxima disputa ao governo do Estado. “Se o partido assim o entender, estou à disposição para concorrer ao Piratini. Estou entrando na fila”, brincou, referindo-se à existência de outros nomes do partido que também seriam considerados.
